«O Estado hoje tem outras prioridades. Estamos a olhar mais para os problemas internos que para os problemas externos», acentuou o ministro de Estado e da Cooperação Económica, Manuel Vicente, que falava numa conferência de imprensa para apresentação do balanço das atividades do executivo de Luanda no primeiro trimestre de 2012.
Luanda, Bengo, Cabinda, Lunda Norte, Zaire, Malange, Kwando-Kubango, Namimbe, Benguela, Huíla e Lunda Sul são algumas das províncias que vão acolher novas centralidades habitacionais, proporcionando às suas populações o acesso condigno à habitação e a um conjunto de serviços e equipamentos que irão contribuir para uma melhoria significativa das suas condições socioeconómicas.
No projeto consta a construção de moradias T1 a T4, erguidas num espaço de 50 hectares, ao longo de sete anos, sendo que as primeiras serão entregues em outubro deste ano. Numa primeira fase serão erguidos dois mil e 50 apartamentos do tipo T2 e T3, 224 vivendas T3 e as restantes de pequena renda.
A construção das novas Cidades (conhecidas como novas centralidades), são algo de imponente e de silencioso, imponente porque a sua dimensão é gigantesca (onde se vão encontrar escolas, creches, serviços em geral, áreas de comercio), silencioso porque as Pessoas em geral ainda não tem conhecimento perfeito das novas Cidades.
Com um capital inicial de USD 700 mil, a instituição financeira que funciona em instalações pré-fabricadas, cuja construção teve a duração de cerca de 45 dias, foi inaugurada pelo administrador municipal adjunto do Cubal, António Capewa Calianguila na presença do diretor e coordenador comercial do Banco Millennium Angola, João Mendonça.
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